sobre os assuntos mais diversos dizem-me defensor do tudo pode. Meu discurso nunca foi esse. Muita coisa não pode. O que traz essa idéia é a forma de pensar sobre as coisas e a exposição em palavras. Nada, absolutamente nada pode ser generalizado. Não sou compreensivo, zen budista, psicótico, bicho preguiça. Sou alguém comum e que facilmente (muito) irrita-se. Principalmente com discursos moralistas e chatos. Esses tem grande poder de me incomodar.
Os mais liberais muitas vezes são os mais moralistas. Importam-se em demasia com a moralidade alheia. Se a moral é chata, a moral de obrigatoriamente ser imoral (ou amoral) é mais chata ainda. É como se fosse moral multiplicada por 4. É moda e bonito ser livre, beijar quem quiser a hora que quiser, consumir o que desejar, gritar que é feliz e que vá para bem longe os bons costumes, isso tudo é muito válido. Mas e aqueles cidadãos que desejam ser moralmente “horados” que sonham em ter um bom emprego, um casal de filhos e um carro para levar sua família aos fins de semana no zoológico para alimentar macacos, seriam esses chatos só por assim serem? Por mais liberal que sejam esses seres “honrados” não me incomodam só não me faz diferença suas pompas e honras. As acho chatas. Mas confesso as vezes invejar quem tem um pensamento mais moralista e consegue viver dentro dos valores sociais vigentes apenas vendo a revolução de valores acontecer. Seria mais simples e não precisaria me defender pela forma de pensar aglutinadora de idéias e abrangente. Não precisaria me expor e poderia aguardar em paz dentro da minha fortaleza pessoal. Nesse momento faço parte da inquietude das idéias revolucionarias e é essa a minha defesa.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
sábado, 11 de dezembro de 2010
Guerra nas estrelas
Há muito não escrevo aqui, e como sempre pretendo voltar a escrever com mais freqüência, mas os 140 caracteres do twitter tem me deixado viciado em textos mega curtos e desconexos. Preciso conseguir administrar as duas ferramentas.
No meio de muitos temas que apareceram nesses últimos tempos um me chamou a atenção, a agressão contra jovens homossexuais em São Paulo. Não pretendo aqui falar sobre homofobia e direito civis dos homossexuais ( Não porque não julgo importante, mas porque pretendo falar sobre isso em textos diferentes). O que pretendo expressar é o meu não entendimento do porque alguém aparentar ser homossexual mereça levar um golpe de lâmpada fluorescente no rosto sem chance de defesa. Que medo é esse que faz com que um jovem rapaz reconheça no outro o rosto ameaçador do inimigo que merece ser derrotado?
Ao ver a cena da AV Paulista me veio em mente cenas do Filme “Star Wars” onde herói e vilão lutam com seus sabres de Luz. Uma luta mais justa e com mais objetivo do que a da Paulista. Nela vilão e herói possuem armas e sabem muito bem cada qual o seu papel. Em São Paulo, o vilão achou-se herói e dentro do seu heroísmo acreditou ser o melhor para o mundo deferir um golpe com seu sabre de luz improvisado no rosto do inimigo. “Exterminei o inimigo e ele nunca mais será como antes, nunca mais ira mostrar sua face Maculada e pecaminosa no meio dos bons mortais”. Pensou o agressor.
Luke em Star Wars não sabia, mas o inimigo contra quem tanto lutou (Darth Vader) era na verdade seu pai Anaquim ou seja aquele inimigo ameaçador era na verdade 50% da carga genética que ele possuía, metade do material Genético que havia dentro do seu corpo. Deferir um golpe contra aquele vilão, era como matar uma metade sua, metade a qual ele não queria ser apresentado ( Quem não tem medo dos seus vilões).
A quem o jovem quis atacar? Ao rapaz desconhecido ou talvez a uma parte sua sombria e fantasiada de vilania?
Sem querer cair na falácia de que todos que apresentam posturas contra a homossexualidade são homossexuais enrustidos (pode ser mas não é sempre e acredito que não seja a maioria) Mas todos nós temos um pouco de cada coisa que existe no mundo na nossa formação de personalidade. O desejo é um só. É uma potência única que se molda e se expressa através do que adquirimos como simbolização e linguagem.
Ao colocarmos no lugar de sombrio nossas próprias coisas faz com que expressemos de modo agressivo contra o semelhante aquilo que em nós rejeitamos.
Como nós disse o maravilhoso e talves o maior estudioso da alma humana de todos os tempos o psiquiatra Austríaco C. G Jung : "Tudo o que nos irrita nos outros pode nos levar a uma compreensão sobre nós mesmos."
( Carl Gustav Jung )
E então quem é o seu vilão?
domingo, 10 de outubro de 2010
Todas aquelas coisas que deveriam ser ditas ao inves de escritas (Ações talves)
Já lí todos os Sartres que me dizem Ser o nada. Se sou Tudo aquilo que nunca sei nunca fui aquilo que sempre soube.
O espelho é uma mentira que se torna verdadeira pelo sarcasmo literário do mundo.
Nunca bebi cachaça pura do alambique. Que bom! Moço Sempre fui bom moço. Nunca fumei aquele negocio que os maus. Moços. Fumam ( quando mau moço, depois do almoço). Sempre fui bom. Para o espelho. Lado de fora da mentira de ser agente. Agente da passiva, da ativa, da militância. Há gente que sente, que deveria estar contente. Comumente vejo gente que sente e finge que não.
Eu sei, eu sei que deveria estar contente. Se eu que sou são não consigo ser constante. Quem é maluco beleza diz com certeza que tem “ uma porção de coisas grandes para conquistar e não pode ficar ai parado”. Estou me movendo.
O espelho é uma mentira que se torna verdadeira pelo sarcasmo literário do mundo.
Nunca bebi cachaça pura do alambique. Que bom! Moço Sempre fui bom moço. Nunca fumei aquele negocio que os maus. Moços. Fumam ( quando mau moço, depois do almoço). Sempre fui bom. Para o espelho. Lado de fora da mentira de ser agente. Agente da passiva, da ativa, da militância. Há gente que sente, que deveria estar contente. Comumente vejo gente que sente e finge que não.
Eu sei, eu sei que deveria estar contente. Se eu que sou são não consigo ser constante. Quem é maluco beleza diz com certeza que tem “ uma porção de coisas grandes para conquistar e não pode ficar ai parado”. Estou me movendo.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Deixa eu dançar...
Vamos balançando como onda, como peixe, como cobra, vai em frente como se exaustivamente ensaiados fossem os passos, dando o tom da musicalidade e da arte de estar vivo.
Deixem aquele menino dançar com as mãos sobre a cabeça, barriga para cima e pernas para o ar. Pelo amor de deus (seja ele qual for o seu) deixe o menino rodar, pular carniça, comer amêndoa, cocada, pé de moleque. Deixe o menino rodar, fingir que é sapo( que é gente) rir de tudo isso que não presta.
Agora é moda treinar menino para ser infeliz. Faz curso desde moleque para aprender como sofrer quando for grande. Querem o sucesso do moleque baseado no não sucesso do moleque que fica dentro de quem é grande querendo brincar. Esconde-se Curumim dentro de caixas de aço para que se possa demonstrar toda força que não se tem.
Todos muito intelectuais por trás dos seus dedos em ristes, das suas teorias fundamentadas e tudo que existe de mais chato, assinados e aplaudidos por todos aqueles que choram o desejo de liberdade.
Caetano um dia pediu em versos musicados:
Eu faço coro e peço: Para tudo ficar Odara, libertem omodé, Curumim moleque. Para que ele possa dançar (com passos qualquer) e trazer a tona a força mais bruta e viva que existe em nós. A força de criança.
Deixem aquele menino dançar com as mãos sobre a cabeça, barriga para cima e pernas para o ar. Pelo amor de deus (seja ele qual for o seu) deixe o menino rodar, pular carniça, comer amêndoa, cocada, pé de moleque. Deixe o menino rodar, fingir que é sapo( que é gente) rir de tudo isso que não presta.
Agora é moda treinar menino para ser infeliz. Faz curso desde moleque para aprender como sofrer quando for grande. Querem o sucesso do moleque baseado no não sucesso do moleque que fica dentro de quem é grande querendo brincar. Esconde-se Curumim dentro de caixas de aço para que se possa demonstrar toda força que não se tem.
Todos muito intelectuais por trás dos seus dedos em ristes, das suas teorias fundamentadas e tudo que existe de mais chato, assinados e aplaudidos por todos aqueles que choram o desejo de liberdade.
Caetano um dia pediu em versos musicados:
“Deixa eu dançar pro meu corpo ficar odara
Minha cara minha cuca ficar odara
Deixa eu cantar que é pro mundo ficar odara
Pra ficar tudo jóia rara
Qualquer coisa que se sonhara
Canto e danço que dara“
Eu faço coro e peço: Para tudo ficar Odara, libertem omodé, Curumim moleque. Para que ele possa dançar (com passos qualquer) e trazer a tona a força mais bruta e viva que existe em nós. A força de criança.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
A puta (é) e a santa.
Toda puta sabe de cor a oração. Toda puta é uma santa ao contrario. E ser contrario não é ser outra coisa senão a coisa mesma de outra forma.
Não existe 2 tipos de pessoas (as putas, safadas, malandras e as santas). Existem só as que são tudo. As que são todas as coisas. Tem quem estuda e quem é da boemia. Tem quem rouba e quem compra. Tem quem vive e quem morre a cada dia. A sabedoria não vem encaixotada. Não existe partição, nem muro, nem lado, nem time. O que existe é um festival de coisas muitas que de tão diferentes são homogêneas.
Toda puta é santa que esqueceu de rezar.
Não existe 2 tipos de pessoas (as putas, safadas, malandras e as santas). Existem só as que são tudo. As que são todas as coisas. Tem quem estuda e quem é da boemia. Tem quem rouba e quem compra. Tem quem vive e quem morre a cada dia. A sabedoria não vem encaixotada. Não existe partição, nem muro, nem lado, nem time. O que existe é um festival de coisas muitas que de tão diferentes são homogêneas.
Toda puta é santa que esqueceu de rezar.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
O encontro com o Diabo.
O demônio é uma das figuras que mais assombram o imaginário popular. Lobisomens, mulas sem cabeça e velhos do saco costumam colocar medo apenas nas criancinhas. Mas o mal, o inimigo de Deus é uma figura que assombra a qualquer ser vivente e para isso não precisa acreditar em divindade.
O Mito do oposto do Divino trás a mente a reflexão sobre a inexistente perfeição. O demônio Judaico cristão é lúcifer, anjo bonito e inteligente que foi jogado no abismo por querer a perfeição divina para si.
Quantas e quantas vezes nós na busca de uma falsa perfeição somos jogados para o abismo, por não ser possível alcançarmos essa perfeição divina, do que só é bom, só pensa no bem, só ama.
Volta e meia nos deparamos com situações onde falamos: “mas como pode fazer isso? Ele é uma pessoa tão boa. Parecia estar tomado por alguma outra força” E de fato é. É a força que muitas vezes nós empurramos para o abismo na tentativa de que ela nunca surja e no mínimo descuido das nossas sentinelas da perfeição ela retorna com toda força, sendo muito mais perigosa do que se permitíssemos que ela circulasse normalmente junto com as outras forças.
Por fim se soubermos dialogar com as forças que nós no auto da nossa ingenuidade denominamos de demoníacas e direcionarmos para que elas se manifestem da forma mais adequada possível não precisamos nos assustar com o desconhecido. Para uma vida saudável é importante que anjos e demônios convivam em harmonia.
O Mito do oposto do Divino trás a mente a reflexão sobre a inexistente perfeição. O demônio Judaico cristão é lúcifer, anjo bonito e inteligente que foi jogado no abismo por querer a perfeição divina para si.
Quantas e quantas vezes nós na busca de uma falsa perfeição somos jogados para o abismo, por não ser possível alcançarmos essa perfeição divina, do que só é bom, só pensa no bem, só ama.
Volta e meia nos deparamos com situações onde falamos: “mas como pode fazer isso? Ele é uma pessoa tão boa. Parecia estar tomado por alguma outra força” E de fato é. É a força que muitas vezes nós empurramos para o abismo na tentativa de que ela nunca surja e no mínimo descuido das nossas sentinelas da perfeição ela retorna com toda força, sendo muito mais perigosa do que se permitíssemos que ela circulasse normalmente junto com as outras forças.
Por fim se soubermos dialogar com as forças que nós no auto da nossa ingenuidade denominamos de demoníacas e direcionarmos para que elas se manifestem da forma mais adequada possível não precisamos nos assustar com o desconhecido. Para uma vida saudável é importante que anjos e demônios convivam em harmonia.
domingo, 23 de maio de 2010
Para falar de {in}tolerância
Tolerância foi a palavra que pulou sob minha face durante essa semana. Todo dia fui colocado junto ao tema. Vivendo pessoalmente, na Internet, noticias, ouvindo conversa alheia no transporte coletivo. Mais uma vez a vida me mandando recado para que eu pudesse refletir sobre algo importante.
Segundo Locke Tolerância é parar de combater o que não se pode mudar. Conceito muito importante. E não difundido pela maioria. As pessoas perderam a noção do que é tolerar e refletir e começaram a querer convencer o outro de que a sua opinião é a mais valida e a mais correta. E qualquer uma outra opinião é imbecil.
O ultimo fato que me fez pensar sobre isso. Foi um vídeo em que humoristas do programa “pânico na TV” foram agredidos (verbalmente e com água) por um grupo (aparentemente político) que participava da “marcha contra homofobia” em Brasília. Algumas dessas pessoas argumentaram de que aquele era um evento sério e por isso não cabia ali um grupo de humoristas. Pois bem. Humor nunca foi o contrario de seriedade e sim de “mal humor”. Existe no mundo e principalmente no Brasil uma normose de se acreditar que coisas sérias não podem ser leves, engraçadas e prazerosas e que tudo deve ser conquistado na base da luta com punhos cerrados. Pensamento atrasado.
Homofobia é assunto serio sim( apesar da banalização do termo). É uma questão de direitos humanos. E deve ser tratada com toda seriedade possível. E seriedade é algo que vem da alma e nada tem a ver com a forma em que ela aparece.
O Programa como todo programa de humor exagera até porque é no exagero que se encontra a piada e muitas vezes se perdem chegando a ser grosseiros.
O grupo que luta contra a homofobia na sua maioria composto por homossexuais não quer ser piada. E não são uma piada (como muitas vezes se é entendido) são pessoas comuns lutando comumente pelos direitos humanos. Muito justo. Mas perderam a oportunidade de levemente mostrar isso ainda que para um programa de humor( Aqueles que participaram da agressão).
Se por algum motivo isto ainda é visto como piada é importante que se mostre também quando o homossexual não é engraçado, quando ele é cidadão comum. O Humor fala exatamente desses homossexuais que são engraçados ou de questões engraçadas desse grupo, como serve para colocar uma lente de aumento em tudo que é engraçado em todos os grupos e situações. Percebo que quando não se é engraçado junto com a graça desaparece a questão da expressão sexual ( Escrevo depois sobre isso). Ninguém fala por exemplo de Renato Russo em piada e fala-se pouco de sua homossexualdiade.
O chiste é um recurso usado quando queremos falar algo sério mas dizemos em tom de brincadeira para que não seja entendido de forma ofensiva por quem ouve. E na brincadeira, na leveza do humor saudável muitas questões interessantes podem ser levadas para discussão pública. O que não é visto pode passar a ser visto. Os excessos podem ser cortados e o discurso e o dialogo podem correr livremente.
Como sempre só mais uma opinião que pode somar-se com outras em tom de debate sem problemas. E essa não é uma postagem de defesa de ninguém apenas exposição de idéias. Ninguém é obrigado a gostar de nada e cada um tem sua opinião sobre programas de TV.
E fica como reflexão, fogo nunca poderá sera apagado com fogo, água nunca irá conter água e intolerância a formas de visão diferentes das nossas nunca irão frear a intolerância quanto aos nossos pensamentos.
Segundo Locke Tolerância é parar de combater o que não se pode mudar. Conceito muito importante. E não difundido pela maioria. As pessoas perderam a noção do que é tolerar e refletir e começaram a querer convencer o outro de que a sua opinião é a mais valida e a mais correta. E qualquer uma outra opinião é imbecil.
O ultimo fato que me fez pensar sobre isso. Foi um vídeo em que humoristas do programa “pânico na TV” foram agredidos (verbalmente e com água) por um grupo (aparentemente político) que participava da “marcha contra homofobia” em Brasília. Algumas dessas pessoas argumentaram de que aquele era um evento sério e por isso não cabia ali um grupo de humoristas. Pois bem. Humor nunca foi o contrario de seriedade e sim de “mal humor”. Existe no mundo e principalmente no Brasil uma normose de se acreditar que coisas sérias não podem ser leves, engraçadas e prazerosas e que tudo deve ser conquistado na base da luta com punhos cerrados. Pensamento atrasado.
Homofobia é assunto serio sim( apesar da banalização do termo). É uma questão de direitos humanos. E deve ser tratada com toda seriedade possível. E seriedade é algo que vem da alma e nada tem a ver com a forma em que ela aparece.
O Programa como todo programa de humor exagera até porque é no exagero que se encontra a piada e muitas vezes se perdem chegando a ser grosseiros.
O grupo que luta contra a homofobia na sua maioria composto por homossexuais não quer ser piada. E não são uma piada (como muitas vezes se é entendido) são pessoas comuns lutando comumente pelos direitos humanos. Muito justo. Mas perderam a oportunidade de levemente mostrar isso ainda que para um programa de humor( Aqueles que participaram da agressão).
Se por algum motivo isto ainda é visto como piada é importante que se mostre também quando o homossexual não é engraçado, quando ele é cidadão comum. O Humor fala exatamente desses homossexuais que são engraçados ou de questões engraçadas desse grupo, como serve para colocar uma lente de aumento em tudo que é engraçado em todos os grupos e situações. Percebo que quando não se é engraçado junto com a graça desaparece a questão da expressão sexual ( Escrevo depois sobre isso). Ninguém fala por exemplo de Renato Russo em piada e fala-se pouco de sua homossexualdiade.
O chiste é um recurso usado quando queremos falar algo sério mas dizemos em tom de brincadeira para que não seja entendido de forma ofensiva por quem ouve. E na brincadeira, na leveza do humor saudável muitas questões interessantes podem ser levadas para discussão pública. O que não é visto pode passar a ser visto. Os excessos podem ser cortados e o discurso e o dialogo podem correr livremente.
Como sempre só mais uma opinião que pode somar-se com outras em tom de debate sem problemas. E essa não é uma postagem de defesa de ninguém apenas exposição de idéias. Ninguém é obrigado a gostar de nada e cada um tem sua opinião sobre programas de TV.
E fica como reflexão, fogo nunca poderá sera apagado com fogo, água nunca irá conter água e intolerância a formas de visão diferentes das nossas nunca irão frear a intolerância quanto aos nossos pensamentos.
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